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Pedrinho rebate críticas de Luiz Eduardo Baptista e John Textor em evento da CBF

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Durante uma coletiva com a imprensa na sede da CBF (Confederação Brasileira de Futebol), o presidente do Vasco, Pedrinho, respondeu a críticas e acusações feitas pelo presidente do Flamengo, Luiz Eduardo Baptista, e pelo proprietário do Botafogo, o americano John Textor. As declarações ocorreram durante um evento promovido pela entidade para discutir a criação de uma liga do futebol brasileiro nesta segunda-feira (06/04).

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Pedrinho rebateu as falas durante a entrevista, que aconteceram no mesmo evento em que se discutiu a formação da liga, após Luiz Eduardo Baptista e John Textor levantarem questionamentos sobre o Vasco e o futebol nacional.

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Pedrinho x Bap (presidente do Flamengo): “Arrogante e prepotente”

Durante a entrevista, Pedrinho respondeu às críticas de Luiz Eduardo Baptista, o Bap, após, em 2025, o Vasco ter perdido para o Palmeiras por 3 a 0 em uma partida do Brasileirão. O presidente do Flamengo insinuou que o time cruzmaltino teria facilitado o resultado após receber um empréstimo de R$ 80 milhões da Crefisa, empresa da qual Leila Pereira, presidente do Palmeiras, é uma das proprietárias.

“Recentemente, o presidente do Flamengo, estou falando da pessoa e não da instituição, falou várias vezes, com sua arrogância e prepotência, em um tom que não me agrada. Mas eu esperei e ouvi calado para falar no momento certo. Quando faço um empréstimo com a Crefisa, e o empréstimo foi feito porque o CDI estava mais baixo, a preocupação dele não era o empréstimo, mas sim insinuar que eu pego o empréstimo no dia em que perco de 3 a 0 para o Palmeiras”, afirmou.

“Então ele está questionando o meu caráter, o caráter do meu treinador e do elenco. Tenho que chegar para o meu treinador e dizer que é preciso perder? O treinador teria que ser irresponsável e dizer aos jogadores, sem caráter, que devemos perder porque fiz um empréstimo de uma empresa que vive de empréstimos?”, indagou Pedrinho.

Pedrinho x Textor (dono do Botafogo): “Ele não vai mais brincar com o nome do Vasco”

Em outro trecho da entrevista, enquanto falava sobre as dificuldades para implementar uma Liga no futebol brasileiro, Pedrinho também respondeu a declarações de John Textor, dono da SAF do Botafogo. O presidente do Vasco criticou ainda a forma como o Botafogo tem sido administrado, apontando que isso prejudica o desenvolvimento do futebol no país.

“Hoje, os clubes não têm estrutura para criar uma liga. Outro ponto, e na minha situação específica e no meu caso com o Botafogo, é que um investidor chega para sanar dívidas e causa um enorme prejuízo ao clube, e nenhum outro clube se dispõe a ajudar… Isso já não é mais esportivo, é um clube que pode acabar em uma massa falida. São meus adversários, não meus inimigos”, declarou.

O presidente do Vasco também rebateu declarações do norte-americano sobre o processo de retomada do controle do clube associativo sobre a SAF do cruzmaltino, após a 777 Partners, empresa dos EUA que detinha 70% das ações do clube, enfrentar problemas judiciais no exterior. Textor, que também enfrenta uma disputa judicial para permanecer à frente do Botafogo, chegou a dizer em entrevista que o alvinegro “não seria igual ao Vasco”, em referência à ação que afastou o fundo norte-americano do clube carioca.

“O outro ponto é que o atual dono do Botafogo, o Textor, sempre que comenta a situação do Botafogo, desrespeita o Vasco. Não é a primeira vez. Ele não entende o que é o Vasco para brincar com certas frases. Tenho muito respeito pelo Botafogo e por seus torcedores. Por isso, minha solidariedade ao clube e ao João Paulo (presidente). Não sei o que vai acontecer com o Botafogo e isso não me interessa”, disse.

Pedrinho também se colocou à disposição para auxiliar o presidente da associação do Botafogo, João Paulo Magalhães, caso haja um processo de retomada do clube e administração de uma eventual massa falida.

“Se o Botafogo entrar em massa falida e o João Paulo precisar de apoio, estou à disposição para ajudar. A postura dele (Textor) é de bravata, de gestores que por muito tempo fizeram parte do futebol apenas para agradar torcedor, e isso não faz parte do meu caráter. Ele precisa respeitar muito o Vasco da Gama pela forma como está agindo. Por isso não acredito na liga, falta companheirismo”, finalizou Pedrinho.

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