Uma declaração polêmica, marcada por xenofobia e misoginia, está causando indignação e repercussão internacional. Paolo Zampolli, enviado especial para Negócios Globais do governo de Donald Trump, aproveitou uma entrevista à emissora italiana RAI para atacar mulheres brasileiras de maneira extremamente agressiva.
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Ao ser questionado sobre sua ex-esposa, a modelo brasileira Amanda Ungaro, que o acusa formalmente de abuso e violência doméstica, o italiano afirmou que as brasileiras seriam uma “r4ç4 m4ldit4” e que estariam “progr4mad4s para causar confusão”.
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Durante a conversa, o jornalista chegou a perguntar se o comportamento citado por ele teria como objetivo extorquir ou se seria uma questão genética. Zampolli negou, mas continuou sustentando a ideia de que a intenção era apenas “causar confusão”. Ao ser questionado sobre uma amiga de sua ex, identificada apenas como Lidia, o aliado do presidente americano fez uma série de insultos graves.
“É uma dessas putas brasileiras, essa raça maldita de brasileiras, são todas iguais. Aquela v4c4, estáv4mos juntos, tr3p4v* com ela, depois ela também ficou l0uc4”. O caso ganha proporções ainda mais sérias ao analisar os bastidores do divórcio. Conforme reportagem do jornal americano New York Times, Zampolli e Amanda, que se conheceram em 2002 e ficaram casados por vinte anos, estão enfrentando uma disputa judicial intensa e desgastante pela guarda do filho.
A publicação informou que, ao saber que a ex-esposa estava detida em Miami sob suspeita de fraude, o diplomata teria acionado um alto funcionário da Imigração dos EUA (ICE) para denunciar o status ilegal dela no país.



