Após a grande repercussão do caso de agressão ocorrido no Jockey Club do Rio de Janeiro, durante a festa que transmitiu o jogo do Brasil e contou com shows de Ludmilla e Matuê, a organização do evento se manifestou. Em nota oficial enviada ao portal LeoDias, os responsáveis apresentaram sua versão sobre a confusão da madrugada deste sábado (20/6), responderam às acusações de superlotação e explicaram o socorro ao jovem agredido.
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Contrariando relatos iniciais de testemunhas, que disseram que houve uma demora de cerca de 20 minutos para a chegada do socorro, a organização afirmou que a atuação das equipes foi imediata. Conforme o comunicado, a equipe médica foi acionada prontamente assim que a confusão começou no local.
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Os primeiros atendimentos foram feitos ainda dentro do evento. Em seguida, a vítima foi levada para uma ambulância e transferida ao Hospital Municipal Miguel Couto, na Zona Sul do Rio de Janeiro, onde recebeu os cuidados necessários.
A nota classifica a agressão como um “caso pontual e isolado”, e afirma que a equipe de segurança da festa também agiu rapidamente para conter os agressores.
Negativa de superlotação e espaço dentro da lei
Outro ponto negado de forma enfática pelos organizadores foi a suspeita de que o local estaria acima do limite de público permitido, o que, segundo denúncias, teria dificultado a circulação e provocado o esbarrão que motivou a agressão.
“A organização lamenta o ocorrido, reforça que prestou todo o suporte emergencial à vítima. O evento operava rigorosamente dentro da capacidade autorizada pelos órgãos competentes, não havendo qualquer situação de superlotação”, informou o comunicado da assessoria.
Até o momento desta atualização, o estado de saúde do jovem não foi divulgado.


