Paolla Oliveira reuniu convidados para a estreia de seu novo filme, “Herança de Narcisa”, nesta quinta-feira (9/7), em um cinema na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. Em entrevista à repórter Monique Arruda, do portal LeoDias, a atriz falou sobre a experiência de atuar em um filme de terror pela primeira vez. Ela também convidou o público para assistir à produção nacional.
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A artista comentou sobre os desafios de atuar em um drama de terror. “Todo trabalho novo é um desafio, né? Como a gente faz? Como a gente se reinventa? Como eu me reinvento como atriz? Como faço o público embarcar nessa história?”, refletiu.
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“Eu interpreto a filha, mas também faço a mãe. Canto no filme e ainda tem o terror. Como a gente faz para tudo isso envolver o espectador? Então, sempre é um desafio e foi uma delícia fazer. Fiquei muito feliz, fui puxada, acabei pegando um pouco das cenas dos dublês e foi muito divertido”, disse Paolla.
Paolla antecipou o que o público pode esperar de sua personagem. “Tem algumas cenas em que ela entra em transe, aí acontecem coisas estranhas. Fiz algumas partes com meus amigos dublês, mas pedi para fazer algumas cenas e foi divertido. Sou muito física, então tudo que consegui fazer com o corpo me ajudou na atuação”, explicou.
A atriz respondeu se tem algum medo em sua vida. “A gente tem muitos medos, né? Se a gente começar a falar de medo, são tantos e todo dia aumenta. Agora temos medo de inteligência artificial, minha gente. Mas herdamos muita coisa da família. Todos nós herdamos. Por mais que tentemos nos afastar, ainda temos. Esse é o laço que nos une com mãe, pai, com toda a família. Acho que o filme fala justamente disso. O que herdamos, o que queremos manter e o que não faz mais sentido. O que deixamos para seguir com nossa própria voz. Acho que é sobre isso. Não é sobre não ter herança, mas sim sobre carregar ela de forma mais leve.”
Ela também contou sobre o lado leve que carrega como herança de sua família. “Todos são obstinados, de caráter, amorosos. Tenho uma base muito forte na minha família, então carrego muitas heranças deles. Também tenho laços que quero ressignificar, como a Ana. E faço isso todos os dias. Por exemplo, buscar mais autonomia como mulher. Ser uma mulher mais livre, ter opções, poder escolher algumas coisas, e essa liberdade já é algo que ressignifiquei”, finalizou Paolla, aproveitando para convidar o público do site para ir ao cinema.


