
Lasse Lempainen e Éder Militão após cirurgia que afastou o zagueiro da Copa (Foto: Instagram)
Lasse Lempainem, o médico que realizou a cirurgia na lesão de Éder Militão, compartilhou detalhes sobre o procedimento que afastou o zagueiro da Seleção Brasileira da Copa do Mundo. Segundo ele, devido à seriedade da lesão, a operação era a única maneira de garantir a recuperação completa do atleta do Real Madrid.
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“Não havia outra opção. Militão é meu paciente e temos uma relação de confiança entre médico e paciente. Não posso revelar nada que já não tenha sido publicado. O que posso dizer é que a lesão dele foi muito grave. A única opção era a cirurgia“, afirmou Lempainem ao jornal Marca.
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Militão sofreu uma ruptura no tendão proximal do músculo bíceps femoral da perna esquerda. Sem previsão para retornar aos campos, o zagueiro agora se concentra na recuperação. Conforme o médico responsável, o prazo médio para voltar ao auge físico em casos semelhantes é de quatro a seis meses.
De modo geral, quando um jogador de futebol de alto nível sofre uma lesão grave na coxa, leva entre quatro e seis meses para que ele consiga retornar à competição em alto nível”, completou o profissional.
Lempainen, de 47 anos, é especialista em cirurgias ortopédicas e também cuida de outras estrelas do esporte mundial, como Ter Stegen e Ousmane Dembélé. No caso de Militão, o médico enfatizou que, sem a cirurgia, ele não voltaria a atuar no mesmo nível.
“Com essa lesão na coxa, ele não conseguiria continuar sua carreira profissional no mais alto nível”, disse Lasse Lempainen.



