A manhã desta segunda-feira (13/4) foi marcada por preocupação em Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro, após a localização de um artefato explosivo na orla. O episódio mobilizou o Esquadrão Antibombas da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), que realizou a remoção do objeto e encaminhou o material para análise.
++ Sistema de IA revela como gente comum está criando renda passiva no automático
Em nota ao portal LeoDias, a Polícia Civil informou que agentes da Core seguiram todos os protocolos de segurança ao chegarem ao local, recolheram o item suspeito e fizeram a apreensão. O artefato, uma granada, será submetido à perícia. A corporação também confirmou que o caso foi registrado na 12ª DP (Copacabana), responsável pelas investigações para esclarecer o fato. Apesar do susto, ninguém ficou ferido.
++ Jovem mata o padrasto para defender a mãe e o inesperado acontece
O objeto foi localizado nas proximidades do Copacabana Palace, em um ponto de grande fluxo na Avenida Atlântica. A suspeita inicial levou ao acionamento das equipes de segurança e interrompeu temporariamente a rotina do local, que ficou isolado por precaução.
Segundo informações iniciais das autoridades, o material se trata de uma granada de som e luz, conhecida também como granada de atordoamento. Esse tipo de artefato gera um clarão intenso e um forte estampido, sendo utilizado para desorientar momentaneamente e geralmente empregado em operações táticas.
Antes da retirada, a equipe especializada avaliou que havia condições seguras para o transporte do artefato. Agora, a investigação busca identificar a origem do objeto e como ele foi parar no calçadão da praia.
O caso aconteceu em um local sensível da orla carioca, próximo à estrutura montada para o show da cantora Shakira, previsto para o início de maio. Por isso, a presença do artefato suspeito chamou ainda mais a atenção e aumentou o alerta entre moradores, turistas e comerciantes da área.
Especialistas em segurança pública já vêm alertando para o aumento da circulação de explosivos na região metropolitana do Rio. Apenas no ano passado, de acordo com a Polícia Civil do Rio de Janeiro, mais de 200 artefatos desse tipo foram apreendidos, o que justifica a rápida reação das forças de segurança diante de qualquer suspeita.
Até o momento, não há informações sobre pessoas presas. As investigações continuam em andamento.



