Após membros do governo dos Estados Unidos sugerirem à FIFA que a Itália substituísse o Irã na Copa do Mundo, a entidade máxima do futebol tomou uma decisão sobre o pedido. Conforme publicado pelo jornal El País, a proposta, apresentada por Paolo Zampolli, representante de Donald Trump, foi imediatamente negada. O próprio governo italiano se manifestou contra a sugestão, classificando como “vergonhoso” participar do torneio dessa maneira.
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O jornal espanhol informa que o presidente da FIFA, Gianni Infantino, que é italiano, deseja que o Irã permaneça no Mundial, mesmo contrariando Donald Trump. Além disso, mesmo se a seleção iraniana desistisse do campeonato, a FIFA entende que o substituto deve ser de uma confederação asiática.
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O ministro dos Esportes da Itália, Andrea Abodi, descartou a presença do país no torneio: “Primeiro, não é possível. Segundo, não considero apropriado”. Já o ministro da Economia, Giancarlo Giorgetti, foi além e afirmou que a proposta seria “vergonhosa” para a Itália: “Li que o enviado de Trump quer readmitir a Itália na Copa do Mundo: acho isso vergonhoso. Eu teria vergonha”.
Dessa forma, caso o Irã deixe a competição, os Emirados Árabes Unidos seriam os principais candidatos à vaga, já que, entre as seleções asiáticas não classificadas, tiveram o melhor desempenho. Os Emirados Árabes foram eliminados pelo Iraque na disputa pela repescagem mundial da FIFA. Depois, o Iraque garantiu presença no torneio ao vencer a Bolívia na partida decisiva da repescagem.
O Irã integra o grupo G da Copa do Mundo, junto com Egito, Nova Zelândia e Bélgica, e tem jogos agendados para cidades da costa oeste dos Estados Unidos: Los Angeles, na Califórnia, e Seattle, no estado de Washington.



